, era comum ler nos jornais e
sites americanos
(com internet discada, claro)
uma discussão sobre o papel
dos jogadores de apoio
(os role players). Era a
época em que Scottie Pippen
fazia de Michael Jordan
o melhor de todos os tempos
e a época em que o
Houston Comets tinha Janeth,
Cynthia Cooper, Tina Thompson
e Sheryl Swoopes.
Os Bulls conquistaram mais
três títulos seguidos (96-98),
e as texanas, quatro (97-2000).
Mas havia algo ali que me incomodava. Quando se falava
no papel de apoio, acabavam diminuindo muito a importância
de Pippen (um gênio deste esporte que se joga com a cabeça
) e Janeth e Thompson. Era claro: sem eles, Jordan não ganharia
(como não ganhou) e Cooper e Swoopes não chegariam perto
de suas façanhas.
no papel de apoio, acabavam diminuindo muito a importância
de Pippen (um gênio deste esporte que se joga com a cabeça
) e Janeth e Thompson. Era claro: sem eles, Jordan não ganharia
(como não ganhou) e Cooper e Swoopes não chegariam perto
de suas façanhas.
Agora, ora bolas, por que diabos este blogueiro fala isso neste
momento? Simples: para exaltar a importância de Olivinha
no título inédito do Pinheiros de dois dias atrás. Não há jogada
armada? Não tem problema. Não há tantos touches?
Não há problema. Ninguém faz tanto com tão pouco no
basquete brasileiro como ele.
momento? Simples: para exaltar a importância de Olivinha
no título inédito do Pinheiros de dois dias atrás. Não há jogada
armada? Não tem problema. Não há tantos touches?
Não há problema. Ninguém faz tanto com tão pouco no
basquete brasileiro como ele.
Líder em rebotes de uma equipe que conta com bons pivôs
(6,92 por partida), o ala-pivô, formado nas categorias de
base do Grajaú (tradicional clube da Zona Norte do
Rio de Janeiro), tem a pior média de arremessos por
minutos do trio de ferro do Pinheiros: Marquinhos
tem 0,399 arremessos por minuto, Shammel, 0,38 e Olivinha,
módicos 0,32 (média semelhante às dos reservas Renato e
Fiorotto, por exemplo). E como os poucos chutes resultam
em ótimos 15 pontos por jogo então? Simples: seu
aproveitamento de arremessos está em absurdos
43,9% dos três pontos e 67,5% dos dois pontos (líder da equipe).
(6,92 por partida), o ala-pivô, formado nas categorias de
base do Grajaú (tradicional clube da Zona Norte do
Rio de Janeiro), tem a pior média de arremessos por
minutos do trio de ferro do Pinheiros: Marquinhos
tem 0,399 arremessos por minuto, Shammel, 0,38 e Olivinha,
módicos 0,32 (média semelhante às dos reservas Renato e
Fiorotto, por exemplo). E como os poucos chutes resultam
em ótimos 15 pontos por jogo então? Simples: seu
aproveitamento de arremessos está em absurdos
43,9% dos três pontos e 67,5% dos dois pontos (líder da equipe).
Inexplicavelmente Olivinha ficou de fora da lista dos três
melhores do NBB3 (até hoje não entendi) e inexplicavelmente
Olivinha ficou de fora da lista inicial de Rubén Magnano
para a seleção brasileira masculina (justo para um técnico
que gosta tanto do trabalho sério, sacar o “operário padrão”
não fez o menor sentido), mas agora acho que não resta a
menor dúvida: com o título paulista (o seu primeiro),
acho que seu lugar no cenário do basquete brasileiro
merece ser melhor avaliado.
melhores do NBB3 (até hoje não entendi) e inexplicavelmente
Olivinha ficou de fora da lista inicial de Rubén Magnano
para a seleção brasileira masculina (justo para um técnico
que gosta tanto do trabalho sério, sacar o “operário padrão”
não fez o menor sentido), mas agora acho que não resta a
menor dúvida: com o título paulista (o seu primeiro),
acho que seu lugar no cenário do basquete brasileiro
merece ser melhor avaliado.
Olivinha não é Pippen, não é Janeth, mas está muito
claro que sem ele Marquinhos e Shammel, as duas
estrelas da companhia, não estariam agora saboreando
o doce sabor de um título tão justo se não fosse pelo
sempre sorridente ala, que, no calor da emoção
da conquista, abraçava os companheiros e agradecia,
um a um, pelo troféu conquistado.
claro que sem ele Marquinhos e Shammel, as duas
estrelas da companhia, não estariam agora saboreando
o doce sabor de um título tão justo se não fosse pelo
sempre sorridente ala, que, no calor da emoção
da conquista, abraçava os companheiros e agradecia,
um a um, pelo troféu conquistado.
Mas quem merecia um ‘obrigado’ ali era ele.
Flamengo e Tijuca disputam final do Carioca – bom teste pré-NBB
semana, mas a partir de
hoje Flamengo e Tijuca decidem
o Carioca-2011, um dos
campeonatos mais esvaziados
dos últimos anos, é verdade,
mas cuja decisão acaba
ganhando alguma importância
pelo fato de o rubro-negro
tentar o sétimo título seguido,
pelo fato de Leandrinho
estrear em competições
oficiais aqui no Rio de Janeiro
e pelo fato de o clube da Zona
Norte esboçar uma formação
que será usada na competição nacional na próxima semana.
A primeira da finalíssima será às 19h, na Gávea.
Se por um lado o Flamengo virá com seu esquadrão de luxo
(Leandrinho, Marcelinho, Jackson, Kammerichs e Caio Torres
– Duda, de volta, deve ficar no banco), por outro teremos a
estreia de Manteguinha (foto), armador e um dos principais
destaques do Tijuca para a temporada. Se jogar o que sabe
e o que apresentou em Joinville, será um baita reforço para
os tijucanos.
(Leandrinho, Marcelinho, Jackson, Kammerichs e Caio Torres
– Duda, de volta, deve ficar no banco), por outro teremos a
estreia de Manteguinha (foto), armador e um dos principais
destaques do Tijuca para a temporada. Se jogar o que sabe
e o que apresentou em Joinville, será um baita reforço para
os tijucanos.
Além dele, Arnaldinho, Marcellus, Coloneze e o experiente
Ricardinho completam um time que se não é nem de longe
o favorito para a finalíssima, ao menos promete lutar por
vaga nos playoffs do NBB. Gegê, armador revelado no
clube e um dos destaques do Flamengo na LDO Sub21,
e Rodrigo Bahia ainda não jogarão.
Ricardinho completam um time que se não é nem de longe
o favorito para a finalíssima, ao menos promete lutar por
vaga nos playoffs do NBB. Gegê, armador revelado no
clube e um dos destaques do Flamengo na LDO Sub21,
e Rodrigo Bahia ainda não jogarão.
É devaneio sonhar com a volta de um Carioca bem disputado,
com os quatro grandes clubes do futebol como há dez,
quinze anos foi? No momento, parece que sim.
E o que temos atualmente é este Flamengo e Tijuca
que serve de apertirivo para o NBB4 que começa na próxima semana.
com os quatro grandes clubes do futebol como há dez,
quinze anos foi? No momento, parece que sim.
E o que temos atualmente é este Flamengo e Tijuca
que serve de apertirivo para o NBB4 que começa na próxima semana.