Brasileiros adotam tese da 'derrota em boa hora', mas esperam pressão após 1º revés
Daniel NevesEm Mar del Plata (Argentina
Duas vitórias com desempenho irregular e derrota contra o primeiro rival mais complicado. Apesar do início pouco animador no Pré-Olímpico das Américas, a seleção brasileira masculina nega que sua confiança esteja abalada para a sequência da competição. Após o revés para a República Dominicana, os jogadores do time nacional adotaram a tese da ‘derrota em bom momento’ para minimizar a perda da invencibilidade no torneio.
“Falei para o pessoal que todas as vezes que ganhamos alguma Copa América nós perdemos algum jogo antes”, disse Marcelinho Huertas. É bom perder agora para não chegar na hora do vamos ver, estar invicto e perder lá na frente. Faz cair um pouco na real, dá para ver como a gente está, mas não vai mudar nossa maneira de jogar”.
Diante do início ruim, o time brasileiro já se prepara para administrar as críticas em sua caminhada no Pré-Olímpico. Os jogadores admitiram que a pressão sobre o grupo aumentará após a derrota e que o elenco precisa se manter unido para superar o momento difícil.
“A gente sabe que virá muita coisa em cima da gente. Temos que continuar unidos, nada pode abalar a gente fora da quadra. O grupo segue firme e forte para o resto do campeonato”, comentou Splitter. “Foi uma derrota ruim para a gente, pois se tivéssemos ganhados abriríamos uma vantagem legal. Agora é tentar esfriar a cabeça”.
A derrota para os dominicanos será acumulada pelo Brasil para a segunda fase da competição e pode complicar a equipe em caso de desempate na busca pela classificação às semifinais. Apesar do momento negativa, os brasileiros negam que a confiança na vaga olímpica tenha diminuído após o revés diante de seu primeiro adversário mais complicado.
“Não fica nada abalado. Em uma competição rápida, você precisa saber aproveitar os momentos. Não aproveitamos hoje, mas tem muita coisa para rolar”, afirmou o ala Alex. “Temos um time forte. Lógico que não é sempre que vai dar tudo certo, mas também não é sempre que vai dar tudo errado”.
“Falei para o pessoal que todas as vezes que ganhamos alguma Copa América nós perdemos algum jogo antes”, disse Marcelinho Huertas. É bom perder agora para não chegar na hora do vamos ver, estar invicto e perder lá na frente. Faz cair um pouco na real, dá para ver como a gente está, mas não vai mudar nossa maneira de jogar”.
Diante do início ruim, o time brasileiro já se prepara para administrar as críticas em sua caminhada no Pré-Olímpico. Os jogadores admitiram que a pressão sobre o grupo aumentará após a derrota e que o elenco precisa se manter unido para superar o momento difícil.
“A gente sabe que virá muita coisa em cima da gente. Temos que continuar unidos, nada pode abalar a gente fora da quadra. O grupo segue firme e forte para o resto do campeonato”, comentou Splitter. “Foi uma derrota ruim para a gente, pois se tivéssemos ganhados abriríamos uma vantagem legal. Agora é tentar esfriar a cabeça”.
A derrota para os dominicanos será acumulada pelo Brasil para a segunda fase da competição e pode complicar a equipe em caso de desempate na busca pela classificação às semifinais. Apesar do momento negativa, os brasileiros negam que a confiança na vaga olímpica tenha diminuído após o revés diante de seu primeiro adversário mais complicado.
“Não fica nada abalado. Em uma competição rápida, você precisa saber aproveitar os momentos. Não aproveitamos hoje, mas tem muita coisa para rolar”, afirmou o ala Alex. “Temos um time forte. Lógico que não é sempre que vai dar tudo certo, mas também não é sempre que vai dar tudo errado”.