Um pouco sobre a estreia de Leandrinho pelo Flamengo
Leandrinho fez, ontem, a sua aguardada estreia pelo Flamengo. Anotou 11 pontos, cinco rebotes e duas assistências, mas viu Alex brilhar muito (27 pontos, defesa impecável e uma enterrada monstruosa em Caio Torres) na vitória de Brasília por 85-82. Alguns pontos:
1- Acho muito cruel tirar qualquer conclusão sobre o Flamengo neste momento. Do time que começou o jogo ontem, quatro titulares eram recém-chegados (Leandrinho, Kammerichs, David Jackson e Caio Torres). Do outro lado estava um time que joga junto há no mínimo dois anos.
2- De todo modo, é inevitável falar sobre a posição que Leandrinho atuou ontem. Gonzalo Garcia colocou o jogador de armador, e definitivamente isso não deu certo (tanto não deu certo que a reação rubro-negra aconteceu quando ele esteve no banco). Na posição 1, Leandrinho repetiu os erros crassos dos armadores locais (segurou demais a bola em suas mãos e “armou” pra si, para ficar em dois exemplos). Na boa: colocar o maior reforço do time para a temporada de armador é arriscar demais. Na NBA ele não atua assim desde a sua temporada de estreia, quando o Phoenix Suns viu que ali, de armador, ele não conseguiria conduzir a equipe. Acho mais do que prudente que Gonzalo reveja a sua posição.
3- Também acho que qualquer análise mais profunda sobre o desempenho técnico de Leandrinho é precipitada. Ele treina com o Flamengo há menos de um mês e não jogava há quase cinco meses. Vale a pena esperar mais um pouco, não?
4- Agora, uma coisa é importante ser dita: com ou sem Leandrinho, quem esperava um Flamengo absurdamente dominante no NBB (cheguei a ouvir que não teria adversário…) acho bom rever conceitos. Para âmbito nacional, Brasília tem um timaço (Giovannoni, Alex, Arthur e Nezinho fazem uma diferença absurda por aqui!), e não será fácil vencê-los, não. O mesmo raciocínio vale para Pinheiros, Franca, Limeira e (um pouco abaixo) São José.
5- Por fim, uma constatação: depois de ver o Europeu de seleções, o Pré-Olímpico do time de Rubén Magnano e a primeira rodada da Liga Espanhola, fica realmente complicado achar que o que se pratica aqui no país seja realmente basquete de alto nível. O jogo de ontem foi emocionante, mas em termos técnicos e táticos foi de uma pobreza atroz. Uma correria louca, uma precipitação alucinada no ataque e erros seguidos nas rotações defensivas.
2- De todo modo, é inevitável falar sobre a posição que Leandrinho atuou ontem. Gonzalo Garcia colocou o jogador de armador, e definitivamente isso não deu certo (tanto não deu certo que a reação rubro-negra aconteceu quando ele esteve no banco). Na posição 1, Leandrinho repetiu os erros crassos dos armadores locais (segurou demais a bola em suas mãos e “armou” pra si, para ficar em dois exemplos). Na boa: colocar o maior reforço do time para a temporada de armador é arriscar demais. Na NBA ele não atua assim desde a sua temporada de estreia, quando o Phoenix Suns viu que ali, de armador, ele não conseguiria conduzir a equipe. Acho mais do que prudente que Gonzalo reveja a sua posição.
3- Também acho que qualquer análise mais profunda sobre o desempenho técnico de Leandrinho é precipitada. Ele treina com o Flamengo há menos de um mês e não jogava há quase cinco meses. Vale a pena esperar mais um pouco, não?
4- Agora, uma coisa é importante ser dita: com ou sem Leandrinho, quem esperava um Flamengo absurdamente dominante no NBB (cheguei a ouvir que não teria adversário…) acho bom rever conceitos. Para âmbito nacional, Brasília tem um timaço (Giovannoni, Alex, Arthur e Nezinho fazem uma diferença absurda por aqui!), e não será fácil vencê-los, não. O mesmo raciocínio vale para Pinheiros, Franca, Limeira e (um pouco abaixo) São José.
5- Por fim, uma constatação: depois de ver o Europeu de seleções, o Pré-Olímpico do time de Rubén Magnano e a primeira rodada da Liga Espanhola, fica realmente complicado achar que o que se pratica aqui no país seja realmente basquete de alto nível. O jogo de ontem foi emocionante, mas em termos técnicos e táticos foi de uma pobreza atroz. Uma correria louca, uma precipitação alucinada no ataque e erros seguidos nas rotações defensivas.
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