23/08/2012
Foto: Gaspar Nóbrega/Inovafoto/CBB
Confira a entrevista
Marcelinho falou sobre o desempenho do grupo nas olimpíadas:
Estamos felizes pelo desempenho geral do time. Mas tivemos momentos que poderiam ter sido melhores. O jogo contra a Rússia e a Argentina, por exemplo. Mas o resultado final foi muito positivo. Podemos mostrar que o basquete está de volta ao topo. Jogamos de igual para igual contra os outros times. O 5° lugar e a 1° fase brilhante provam tudo isso.
Byra Bello perguntou sobre a fase de transição do atleta:
Eu fui aperfeiçoando minha maneira de jogar. Com o tempo ganhei experiência e maturidade. Eu fazia um jogo secundário, hoje percebo que protagonizo algumas partidas. Criei mais confiança e com isso ganhei meu próprio estilo de jogo. Sempre entro em quadra de uma forma descontraída e mais solta. Posso dizer que estou na idade adulta da minha carreira.
Mundial de 2014:
Primeiro vamos pensar na Copa América. Temos que manter o pé no chão e fazer uma boa temporada. Quem fizer por merecer provavelmente vai vestir a camisa verde e amarela. A base do time se conhece bastante, é bem homogênea isso ajuda muito. Queremos conquistar o Mundial da Espanha.
Sobre o time que vai atuar em 2016:
Acho que o trabalho de base que vem sendo feito provavelmente irá revelar alguns atletas. Teremos revelações com certeza. Então quando chegarem, vão se encaixar na equipe como peças novas. E aqueles que continuarem, o importante é se cuidar fisicamente. O Rubén vai saber o que fazer quando chegar a hora.
Sobre o futuro:
As coisas acontecem passo a passo. Tenho mais três anos de contrato com o Barcelona (Espanha). Porém, gostaria de encerrar minha carreira aqui no Brasil. Mas sigo minha vida pensando no presente. Aprendendo com os técnicos e companheiros de equipe.
Relação com o Barcelona:
Eu sempre fui particularmente fã do clube. Então, quando cheguei lá percebi meu afeto realmente pelo time. Sempre que posso assisto alguns jogos, mas a minha relação com a galera é mesmo com o pessoal que utiliza o mesmo espaço físico que o nosso, como o handball e o futsal. O futebol fica um pouco mais difícil.
Por Assessoria de Imprensa
Fonte: Sportv